NOITE ESPECIAL. Show com RAPADURA XIQUE CHICO + DJ (rap, coco, forró, baião)


Francisco nasceu em Lagoa Seca, vila do município de Fortaleza, no Ceará. Com treze anos, migrou com a família para a cidade de Brasília, no Distrito Federal.[2] O apelido tem origem da rapadura, o doce preferido de Francisco. Ele costumava comer um pote de rapadura depois de jogar futebol com seus amigos.[2] Inspirado em ritmos de música e dança nordestinos como embolada, repente, coco, maracatu, capoeira, cantigas de roda, baião e forró; além de ritmos urbanos como jazz, soul, funk e samba-rock, Rapadura começou a compor com apenas 14 anos, com os temas refletidos na saudade que sentia do Nordeste.[3] Sua primeira participação notável foi na faixa “A Quem Possa Interessar” do CD Aviso às Gerações, do rapper brasiliense GOG, lançado em 2006.[4]

A partir de então, tornou-se conhecido no país inteiro, fato que fez ele vencer a categoria “Grupo ou Artista Solo Norte/Nordeste” do Prêmio Hutúz de 2007.[5] Dois anos depois, foi escolhido no mesmo prêmio como um dos três melhores cantores/grupos das duas regiões na década.[6] Em uma mistura de rap com ritmos nordestinos, Rapadura apresentou em fevereiro de 2010 seu primeiro trabalho, intitulado Fita Embolada do Engenho – Rapadura na Boca do Povo.[7] É uma mixtape com 8 faixas, dentre elas o single “Maracatu de Cá pra Lá”.[8] Em 16 de maio de 2010, apareceu no programa Manos e Minas, da TV Cultura.[9] Rapadura também é conhecido no musical por utilizar sempre um chapéu de palha nos seus shows, que geralmente é acompanhado com uma vestimenta simples, típica de onde nasceu.[4] Criou diversões bordões que se tornaram peculiares, entre eles Oxente, é arrente! [4] Em 11 de Setembro de 2012 lança single independente intitulado “Monstro do Ceará”[10]

Participou da música “Reza Vela / Norte-Nordeste Me Veste” no disco Acústico Oficina Francisco Brennand, da banda O Rappa, lançado em 2016.

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